Iluminação de Natal palácio jardim zoológico: briefing
Um palácio, jardim ou zoo pede um percurso, não o caderno de uma avenida. O briefing, a tutela e a montagem local decidem se a época abre a tempo.

Percurso luminoso, não catálogo no relvado
Uma iluminação de Natal palácio jardim zoológico não se resolve com o caderno de uma avenida. O recinto tem percurso, bilheteira, património, animais ou coleções, e horário noturno próprio. O trabalho é um projeto: desenho, fabrico ou locação de motivos, montagem por equipa local, exploração nas noites de abertura, desmontagem e guarda. O município pode ser vizinho ou parceiro. Quem assina o briefing é o dono do recinto.
O visitante entra, segue um caminho, detém-se em cenas, sai. Decide-se a densidade de luz por troço, os pontos de fotografia e as zonas que ficam escuras de propósito. No palácio mandam a silhueta e os eixos visuais. No jardim, copas, lagos e percursos pedonais. No zoo, a regra primeira é o bem-estar animal e o acesso veterinário: cablagem fora de vedações de fuga, sem piscar agressivo junto a recintos noturnos, sem montagem ruidosa à hora de descanso. Sem lista fechada de peças, a montagem improvisa à chuva e a fatura acompanha.
Levantamento, património e restrições de recinto
Antes da proposta, um técnico de montagem e o responsável do recinto percorrem o traçado com planta. Registam largura do caminho; árvores com copa baixa ou raízes protegidas; fachadas classificadas (tutela, furos proibidos, carga em cornija); pontos de energia e distância ao quadro; zonas com animais, água ou relvado; rotas de emergência; horário de montagem compatível com as visitas diurnas.
A tutela entra no calendário. Um palácio pode autorizar só a luz cénica da silhueta, sem perfuração, e exigir desmontagem rápida. Um zoo pode limitar horas e exigir um tratador presente. Isto não é um concurso de rua com mapa de candeeiros. É um projeto com dono de obra e um montador que já esteve naquele recinto de noite.
Como se conta o material e quem faz o quê
Conte metros de caminho, não hectares do parque. Some cordão de contorno e de copa; motivos 3D à escala da clareira; suspensões em árvore (carga, cinta, proteção de casca); luz junto ao chão; alimentação à rede, com tensão adequada junto ao visitante.
O 3DR150 tem 161 LED, IP44, alimentação à rede, 98 × 167 × 40 cm. O 3DA1W tem 120 LED branco quente, IP44, 122 × 90 cm. O 3DSET86W tem 380 LED branco quente, IP44, 180 × 86 × 65 cm. O 3DA50W tem 40 LED branco quente, IP44, 50 × 38 cm. O cordão SLNX120W (IP67, branco quente, 120 LED, 2000 cm, 9,2 W, até 10 embalagens) liga as cenas. O PGX510W (IP67, branco quente, 70 LED, 500 cm, 4,6 W, até 40 embalagens) marca o chão sem copiar uma rua comercial.
O dono do recinto fica com briefing, autorizações, energia, horário e segurança; no zoo, também o protocolo animal. O fornecedor fica com fabrico, prazo e fichas. O montador português fica com instalação, assistência nas noites de abertura, desmontagem e, em locação, o armazenamento. A DECOLED s.r.o. (Kladenská 37, 252 61 Dobrovíz u Prahy, IČO 25683853, fábricas em Nové Strašecí e Nová Bystřice, cerca de 100 pessoas, 12 países da UE) pode fornecer motivos e Easy Fix. Não substitui a brigada local. Os Story of Lights na República Checa, Eslováquia, Hungria, Croácia e Alemanha testam o material dez semanas no exterior; não provam montagem em Portugal.
Prazos de um recinto com bilheteira
O recinto vende noites. O acendimento tem de coincidir com a programação; a desmontagem não pode atropelar as visitas diurnas.
De março a maio fecham-se conceito, orçamento e a reserva das figuras maiores. De junho a agosto corre o projeto de implantação, o pedido à tutela e a encomenda. Em setembro e outubro o material chega ao armazém do montador, ensaiam-se circuitos e alinha-se o plano com segurança, bilheteira e tratadores. Em outubro e novembro monta-se por troços, fora da maior afluência; no zoo, ruído e luz de trabalho têm hora. Na exploração, a assistência é no horário noturno, com peças no recinto, não a dois mil quilómetros. Em janeiro desmonta-se e inventaria-se. Quem comprou, arruma. Quem locou, devolve.
Falham com regularidade a encomenda de figuras em outubro, falar com a tutela só com o camião à porta, não deixar circuito de serviço à equipa do zoo, e deixar ligações no chão, à chuva, no meio do fluxo.
Locação de percurso ou compra para repetir a época
Na locação, o âmbito dos serviços de montagem, assistência e desmontagem é definido consoante o projeto e a localização, e confirmado na proposta. Se o percurso há de crescer todos os anos, compram-se motivos compatíveis (Easy Fix, ligação sem ferramenta, extensão por embalagens). Muitos recintos misturam: compram as figuras âncora e locam o cordão.
O briefing mínimo, mesmo que o fornecedor mude:
- planta do percurso com norte, cotas e pontos de luz;
- horário de montagem e de exploração;
- restrições patrimoniais e animais por escrito;
- um responsável do recinto e um da montagem;
- lista de peças com código, dimensões e IP;
- plano de desmontagem e de arrumo.
Sem isto, o pedido de proposta vira catálogo ilustrado. Com isto, um montador português executa e um fabricante produz a tempo. A DECOLED, com desenvolvimento e fabrico nas duas fábricas checas, entra como origem do material, não como quem sobe à escada no jardim.
Produtos
3DR150: Figura 3D de 167 cm, IP44, 161 LED, à escala de uma clareira de jardim ou de um largo de palácio.
3DA1W: Anjo de 122 cm, branco quente, IP44, para um eixo visual sem ocupar o percurso pedonal.
3DSET86W: Conjunto veado e trenó 180 × 86 × 65 cm, 380 LED, cena âncora de percurso com bilheteira.
3D LED Light-Up Deer, 150 cm, Ice White with Flash, 161 LEDs, Outdoor, IP44
Código 3DR150 Em stock3D LED Light-Up Angel with Tube, 122 cm, Outdoor, Warm White, 120 LEDs, IP44
Código 3DA1W Em stock3D LED Light-Up Deer and Sleigh, 180 × 86 × 18 cm, Warm White, 380 LEDs, Wire, Brown, IP44
Código 3DSET86W Em stockPerguntas frequentes
Um palácio ou um zoo precisa de concurso público?
Se o dono for entidade pública, aplica-se o Código dos Contratos Públicos. Se for operador privado, o contrato é comercial. O briefing técnico (planta, restrições, lista de peças, prazos) deve ser o mesmo nos dois casos.
As figuras 3D podem ficar junto dos recintos dos animais?
Só com o protocolo do zoo por escrito: distância, horário de montagem, tipo de luz, acesso veterinário e rota de fuga. A figura escolhe-se à escala da clareira e fora das vedações. O montador não decide isto sozinho.
Quem guarda o material entre épocas?
Na locação, o prestador. Na compra, o recinto. Sem sítio seco e inventário, a compra no segundo ano custa mais trabalho do que a locação no primeiro.
